“Estamos sempre subordinados à vontade da opinião pública. E se nós fizemos algo que a repercussão não está positiva, cabe a nós fazermos mea culpa e corrigirmos”, afirmou. Cunha irá propor, segundo ele, uma regra para os parlamentares não poderem comprar passagens para cônjuges. As exceções deverão ser solicitadas pelo parlamentar apartir de justificativa com critério a ser definido pela Mesa.
Pela decisão que deve ser revista os deputados podem utilizar o valor da cota para pagar a passagem aérea dos seus cônjuges, desde que o trajeto seja entre o estado de origem e Brasília. Até essa decisão, os bilhetes aéreos só podiam ser emitidos para os deputados e seus assessores de gabinete.
Quatro partidos (PT, PSDB, Psol e PPS) já tinham anunciado que abririam mão do uso da verba para cônjuges. “Eu fiquei muito feliz de o presidente da Câmara voltar atrás. Porque não tinha o menor cabimento, era inexplicável que dinheiro público viesse a custear passagem de esposas e maridos de parlamentares”, afirmou o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP).
O partido entrou com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir o pagamento. O ministro do STF Teori Zavascki negou na sexta-feira (27) a liminar do PSDB sobre as passagens e pediu mais informações para a Câmara sobre a questão.
Agência Câmara

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